Nessa manhã 16 Janeiro não tive tempo de reflectir,disse o que tu já devias ter percebido.
Não pude deixar de te atirar à cara tudo o que disseste, prometeste,juraste e não tiveste coragem de cumprir.
Não consegues romper com a dependência da familia, enquanto eu fui onde ninguém teria coragem de ir, e sabes porquê? porque não tenho medo, não vivo na mentira das relações, nem do casamento, nem da sociedade, não vivo no terror de perder. Mais nada.
Tu ao contrário, findaste o teu jogo, e continuaste no teu papel de marido, marido infiel é certo, mas continuas a fazer de conta que és casado, que tens familia e que tens alguns bens que nem sequer são teus.
Como poderei descrever como foram para mim os dias e as horas depois disto, desde então dezanove meses se passaram.
Fala, fala! estou farta do teu silêncio.
Vivi num sonho, terei já saido desse sonho, e as minhas recordações.
Foi um verdadeiro sonho em que me afoguei, nunca em toda a minha vida tinha conhecido um amor assim, um amor tão grande como este, era o céu que agora se nublava e enchia a minha vida de cinzento.
O desgosto misturava-se com o espanto, como poderia continuar sem o meu grande e louco amor.
Silêncio, só silêncio, e nesse silêncio sinto-me envolvida em desgosto e dor, enquanto a minha alma continua prisioneira desse amor.
domingo, 10 de outubro de 2010
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